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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

História do Coelhinho Branco e o Natal Atribulado

O Coelhinho Branco e o Natal Atribulado
(adaptação da história de Xose Ballesteros e Óscor Vilán)

Personagens da história:
Narrador – avó
Coelhinho Branco
Cabra Cabrês
Porquinho
Pata Margarida
Capuchinho Vermelho
João Ratão
PERSONAGENS SECUNDÁRIAS: 2 netos e carochinha que apenas entra a cantar

Narrador – A história que vos vou contar é de um coelhinho Branco que um dia foi buscar couves à horta para fazer o seu caldinho para a ceia de Natal.
(música do coelhinho)
Quando o coelhinho branco voltou para casa, encontrou a porta fechada e bateu: Truz, truz…
Cabra - Quem é?
Narrador –Perguntou um vozeirão de lá de dentro.
Coelho – Sou eu o coelhinho branco que venho de colher couves e vou fazer o meu caldinho de Natal.
Cabra – Pois eu sou a cabra cabrês e se não te vais salto-te em cima e faço-te em três.
Narrador – O pequeno coelho branco fugiu dali correndo muito depressa. Andando, andando o coelhinho branco encontrou o porquinho e pediu-lhe ajuda.
(música dos 3 porquinhos)
Coelho – Eu sou o coelhinho branco e fui colher couves à horta. Regressei à minha casa para fazer um caldo, mas estava lá a cabra cabressa que me salta em cima e parte-me a cabeça. Queres vir comigo?
Porco- Eu não porque tenho de construir a minha casa, mas vai ter com o capuchinho vermelho que talvez te ajude.
Narrador – o coelhinho branco seguiu andando e encontrou o capuchinho vermelho.
(música do capuchinho vermelho)
Coelho – Eu sou o coelhinho branco e fui colher couves à horta. Regressei à minha casa para fazer um caldo, mas estava lá a cabra cabraz que me salta em cima e ainda me desfaz. Queres vir comigo?
Capuchinho vermelho- Sinto muito. Eu não posso porque vou levar uns bolinhos à casa da minha avozinha que está muito doente, mas vai ter com a pata Margarida que talvez ela te possa ajudar.



Narrador – o coelhinho branco seguiu andando, andando e encontrou a pata margarida.
(música dos patinhos)
Coelho – Eu sou o coelhinho branco e fui colher couves à horta. Regressei à minha casa para fazer um caldo, mas estava lá a cabra cabracha que me salta em cima e ainda me esborracha. Queres vir comigo?
Pata - Eu não porque vou ter com o pato Donald, mas vai ter com o João Ratão que talvez ele te ajude.
Narrador – O coelhinho continuou andando, andando cada vez mais triste e já sem esperança de poder voltar para a sua casa.
Encontrou-se então com o João Ratão.
(música do João Ratão)
Narrador - Perguntou-lhe:
João Ratão - O que tens coelhinho branco?
Coelho – Pois eu fui colher couves à horta e voltei à casa para fazer um caldo mas estava lá a cabra cabrenta que se me salta em cima ainda me rebenta.
João Ratão – Pois eu vou lá contigo. Eu não tenho medo de uma cabra caprina.
Narrador – E os dois encaminharam-se para a casa do coelhinho. E bateram à porta. Truz, truz…
Cabra – Aqui não entra ninguém. Já cá está a cabra cabressa que se não saem depressa daqui, saltará em cima da vossa cabeça.
João Ratão – E eu sou o João Ratão e como não abres a porta vou assar-te no meu caldeirão.
Narrador – A cabra cabriso teve um ataque de riso.
Assim que o João Ratão entrou pelo buraco deu-lhe com a pá do caldeirão e zás! A cabra escapou aos coices, dizendo:
Cabra – Eu sou a cabra cabressa e a esta casa não volto eu tão depressa.
Narrador: o João Ratão abriu a porta ao coelhinho branco e aos seus amigos e com as couves que trouxe da horta preparam um delicioso caldinho para a ceia de Natal.



sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Carochinha em Plasticina




























Olhem para os "dotes"artísticos da pequenada....Eles estavam aplicados!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

História da Carochinha - Dramatização







Era uma vez uma linda carochinha, que encontrou cinco réis enquanto varria a cozinha.













Com o dinheiro, foi comprar uns brincos, um colar e um anel, pôs-se à janela e perguntou?
- Quem quer casar comigo?











Passou um burro e respondeu:
- Quero eu!
- Como te chamas?
- Chamo-me im om, im om, im om.
- Eu não gosto de ti porque tens uma voz muito feia.








A carochinha voltou a perguntar:
- Quem quer casar comigo?
Passou um cão e
respondeu:
- Quero eu!
- Como te chamas?
- Ão, ão, ão.
- Eu não gosto de ti porque tens uma voz muito grossa.













A carochinha voltou a perguntar:
- Quem quer casar comigo?
Passou um gato e respondeu:
- Quero eu!
- Como te chamas?
- Miau, miau, miau.
- Eu não gosto de ti porque tens uma voz muito fina.







A carochinha voltou a perguntar:
- Quem quer casar comigo?
Passou um rato e respondeu:
- Quero eu!
- Como te chamas?
- Chamo-me João Ratão.
- Tu sim, tens uma voz bonita, quero casar contigo.
A carochinha e o João Ratão casaram e foram muito felizes.
Porém, certo dia, a carochinha disse ao João Ratão que estava na hora de ir à missa.







O João Ratão, que era muito guloso, disse que não podia ir porque estava doente.
A carochinha, que fazia a refeição, disse-lhe então que não mexesse no caldeirão.
Depois da carochinha sair, logo o João Ratão foi espreitar o caldeirão.
Espreitou, espreitou e trum, deu um grande trambolhão e caiu no caldeirão.
Quando a carochinha chegou, procurou, procurou o João Ratão mas não o encontrou.
Muito aflita, a carochinha entrou na cozinha, viu o João Ratão caído no caldeirão e disse:
Ai o meu João Ratão, que caiu no caldeirão!

Ai o meu João Ratão, que caiu no caldeirão!





Os Actores



Sala da Branca de Neve e dos Sete Anões